Todos nós sabemos que é através da escrita que conseguimos acessar um pouco da cultura dos nossos ancestrais, que necessitavam deixarem suas marcas.
Fator esse que não é tão simples assim requer uma longa caminhada. Até porque, sabemos que a criança ao entrar na escola para ser alfabetizada, leva consigo uma bagagem de conhecimentos adquiridos fora da escola e dentro do contexto familiar no qual pertence e que precisa ser considerado.
Pois sem essa bagagem o individuo não teria cultura e para haver a alfabetização é necessário que o ser referido percorra alguns caminhos até descobrirem o principio alfabético.
De inicio as crianças vêem as letras exatamente como vêem os desenhos, só com o tempo e com a maturidade que ela inserir-se-á no mundo gráfico. Assim a mesma começara a distinguir desenhos de grafia, a partir daí ela passara por alguns estágios de evolução como: Pré-silábico, silábico, alfabético e ainda o silábico alfabético, estágios estes que se faz necessário a aquisição da leitura e da escrita.
A criança ao perceber algumas características da escrita supõe que há um número mínimo de letras que varia entre 2 e 4 e essas letras não serão repetidas, por isso é de suma importância o ensino da lógica da escrita, porque será neste processo de decodificação que ele entenderá o sistema.
De certa forma os estágios no qual a criança percorre só tem fundamentos para o professor, para a criança é consecutiva ela não nota e uma fase vai abrindo caminho e o passando para outra.
No período pré-silábico a criança sabe que existe a escrita e os representam através de desenhos ou riscos, mais tarde no período silábico ela acredita que uma única letra pode representar uma sílaba e mesmo neste estagio as letras podem ou não serem diferenciadas ainda havendo uma confusão.
Segundo Schotten ( 2006, p. 25): “ A criança re-analisa as silabas em unidades menores, que são os fonemas, mas não inicia logo a atribuir a cada fonema um sinal gráfico. Sua escrita apresenta ora características da hipótese silábica, ora da hipótese alfabética.
Mas só ao chegar ao nível alfabético que a criança estará pronta para escrever ou seja ela saberá analisar com que distinguirá o som que representa cada letra.

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